quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Sonho de um talvez concreto.

Devo esperar por algo que sei, não existi?
Devo lutar por algo que sei, não vou vencer?
Devo proceseguir por um caminho que sei, não terá fim?
O que devo de certo fazer?

O medo tomou conta de mim
Tenho a solidão como companheira fiel
A escuridão como amiga mais intima

Familia, Hahaha
Familias nem sempre são o que deveriam ser
Minha familia não tem nome
não tem cor, raça, religião...

Amigos..
Em números são como as gotas d'chuva
Em sinceridade, como agulha no palheiro.

Talvez me sinta melancólica, triste, sozinha
talvez passe ou não
Talvez mude ou não
Talvez é o que me rege, o que me entendi, o que me ampara.


sábado, 9 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

De Morte!


Não foi eu que criei, simplesmente achei muito legal! Espero que gostem, como eu gostei.


Um belo dia,o menino Jesus resolveu descer do céu para brincar na terra.
São Pedro veio também, mais veio avisando que não ia brincar. Vinha passando um velhinho, bem alegre, carregando lenha. E o velhinho largou seu trabalho e jogou um pelada com o menino Jesus.
- Pode fazer três pedidos - disse disse Jesus ao final satisfeito.
O velhinho não vacilou:
-Primeiro: quero ver a Morte de frente, quando chegar minha vez.
São Pedro ficou nervoso:
-Pede o Céu! O Céu, seu bobo!
O velho nem lhe deu atenção:
- Segundo pedido: se alguém se enconstar na minha cama, que fique grudado sem minha ordem.
-Pede o céu! -Gemia são Pedro.
-Terceiro: que aconteça a mesma coisa com quem se assentar na minha cadeira -
terminou, todo contente, o velho.
O Santo ficou tiririca.

Mais o menino Jesus achou os pedidos engraçado e disse - Assim será.

Passou um tempo, o velhinho estava deitado, quando viu a morte entrando
no seu quarto. O velho tentou convênce-la de que ainda não era sua hora.
Mas a morte ria: - Vim buscar vocÊ.
Conversa vai, conversa vem, a Morte finalmente deixou o velho rezar um único Pai Nosso.
Ai ele foi rezando tão, tão devagar, que a Morte, cansada de esperar, sentou na beirada da cama,
Beleléu!
Ficou
Grudada.

E o velhinho continuo vivendo alegremente sua vidinha. Só que começou a escutar reclamações do
padre, sem encomenda de missa, do carpinteiro, sem covas para abrir e, ainda por cima, as
Lamúrias da Morte, grudada na sua cama.
- Deixe me ir,
Dou mais 5 anos de vida para você! Mais 10! -ela suplicava.
Até que, uma noite, o velhinho resolveu negociar:
- Quero 20 anos e também o seguinte: quando alguém estiver doente e for morrer,
você aparece do lado esquerdo da cama do coitado. Quando o doente não for morrer,
você aparece do lado direito.

A morte achou o pedido, esquisito
porém bem depressa concordou e foi embora.

Acontece que a Morte tinha ficado muito tempo presa e acom isto juntou um monte de
gente morre-não-morre. E o velhinho tratou logo de espalhar que agora ele era o novo médico,
doutor. Ia ver os doentes e não errava uma. Se a morte aparecia do lado esquerdo, dizia que não tinha jeito.
Se ela aparecia do lado direito, mandava abrir as janelas, servir uma boa canja, um copo de água a cada três horas e, naturalmente, o doente sarava, Com isto ganhava presentes, porcos, galinhas, cachaça.
E ia passando do bom e do melhor. Quando os vinte anos acabaram, a Morte, com medo da esperteza do velho, chamou o Diabo
-Busca o velhinho para mim e aproveita e carrega este danado direto pro inferno. Mas cuidado com a cama dele. É enfeitiçada! - a Morte avisou.
E lá foi o Diabo atrás do doutor. O velhinho estava em casa, tomando sua cachaça, bem tranquilo e satisfeito,
-Toma comigo uma...
só uma saideira - ele ofereceu ao Diabo, Diabo, todo mundo sabe que não recusa cachaça.
-Assente na beirada da cama -
convidou o velho. Sou bobo não! - disse o Diabo e foi logo sentando
na cadeira. Pois bem. na hora que o Diabo quis levantar, estava grudado!
- Fica sentado aí,
que sentado não cansa - o velhinho disse. E COMO TINHA muita antipatia pelo Diabo,
 cada vez que sobrava um pouco de agua fervendo, jogava no dito cujo:
- sinta na pele o que você faz no inferno! um lindo dia, o Capeta não aguentou e...
esconjurou a morte que aparecesse e desse jeito na situação. A Morte não teve saida se não aparecer.
Mais a essa altura já havia se passado um tempão e o velhinho, já estava se sentindo meio velho
e um tanto quanto descadeirado. Já nem achava má a ideia de ir descansar no céu
Quando ao Diabo... Tinha ficado muito tempo preso. A policia, o advogado e o juiz andavam reclamando da falta de trabalho.
- deixo você levantar- resolveu o velho - se voce, caro Diabo, me prometer que nunca mais vai querer me ver.
- Isto você nem precisa pedir! Gritou o o capeta e... E o velho foi finalmente, para a porta do Céu. Mas esbarrou em São Pedro.
-Acho que estou reconhecendo o senhor... lembrou o velho.
-Eu também - disse São Pedro - e... aqui voce não entra; Voce podia ter pedido o céu aquele dia, hem?
- Pergunte então ao Diabo se ele me aceita - riu o velhinho.
Como o Diabo não queria ver o Homen nem pintado de ouro, São Pedro não teve jeito, senão deixar o velho entrar.


ATE HOJE
O VELHINHO ESTA LÁ NO CÉU FELIZ COMO SEMPRE.
Angela Lago e Albrech Dure

Um conto que achei muito legal, mais não é autoria minha!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fasso isso pra esquecer!



Quando nossas mãos estão entrelaçadas
é como se nossa alma se transformasse em uma só
Todos os sentidos se aguçam
sinto seu cheiro melhor
o sabor dos seus beijos como nunca
sinto o calor do seu corpo queimando junto ao meu
sua voz soando ao pé do meu ouvido
fazendo todos os meus pelos se levantarem
sensação melhor que essa ainda não descobri
a felicidade surgindo da coisas bobas.

Como se o mundo por alguns momentos
se tornasse um lugar melhor
onde as diferenças sumissem
os medos se apagassem
e a aurora reinasse eternamente
A magia do luar se resplandece como nunca
a brisa do mar exalando o cheiro mais gostoso.

Ainda não consegui descobrir qual o nome
Para algo tão magnifico.
O cérebro Humano mesmo com toda sua inteligência
nunca conseguiria descobrir a formula pra alegria tão sublime.

sábado, 2 de outubro de 2010

Sombras sem luzes.

O dia amanheceu!
Nublado, frio.
Ainda sim esta lindo,
As nuvens carregadas de chuva...
Mostram na verdade como meu coração esta se sentido.
A solidão que um dia nublado implica
É a realidade que meu peito assume
Um céu escuro, formidável.
Um mundo escondido, um coração repreendido.

São tão diferentes mais se intendem tão facilmente.